12 de março de 2009

ciclo vitalício de um poema desde o início (ou ciclo vital de um poema sem final)












...necessário acrescentar que:
o orvalho compareceu pessoalmente
ao enterro da poesia
e formiga fez fila no cortejo
e bosta de passarinho também veio
nem Jonh Lennon teve essa honra
nem o Obama já se sentiu tão importante

e que depois da chuva, o chão ficou impune. Eu não.

13 comentários:

Leila Saads disse...

No enterro das letras as flores foram um poema só...

;*

Gabriela Galvão disse...

Isso ficou muito bom!

Na lápide podia ter tranquilamente um 'Valeu!'.

Nilo Neto disse...

aqui jazz um sambinha antigo.
mais ou menos contigo.
sem deleite espiritual.
acabou mal, virou flor.
e segue virtual esse amor.

Nilo Neto disse...

postei lá no poema. ererererre
besos

Lagartoleta. disse...

Amigo professor,
inventei o blog.
Ainda não sei como faz pra deixa-lo esteticamente mais interessante...mas com o tempo e ausência de sono eu descubro.

www.entreesses.blogspot.com

Um beijo.

Thiara Pagani disse...

Que bacana, ficou muito bom.
Adorei.

Lary disse...

Sempre impressionando! :)
Beijinhos

~*Rebeca e Jota Cê *~ disse...

Adorei!

~*Rebeca e Jota Cê *~ disse...

Adorei!

CozinhaDaBruxa disse...

Lindo...

Renata de Aragão Lopes disse...

Seu estilo aparece em cada uma das postagens. Todas elas têm delicadeza e um quê de humor. Gostei demais!

Thaphir disse...

Sou fã! Muito fã!

João Paulo disse...

Muito bonito velho...