3 de abril de 2010

24 memórias II

.

sempre existiu em mim um eu-lírico
de lira não, de lírio
personificado na figura de gente imaginária
ele tem coragem de recitar os meus versos
tão, tanta,
que recita ofegante
quase gago
dá até a impressão de que é inseguro
e é

.

9 comentários:

Priscila Milanez disse...

que bonito esse eu lírico feito de-lírios

Thiara Pagani disse...

Eu lírico de versos encantadores.

Ministério da saúde disse...

Caro blogueiro,

A vacina contra Influenza H1N1, vírus que já matou 1.632 brasileiros, está disponível nos postos de saúde pública de todo o Brasil para pessoas com maior risco de desenvolver a forma grave da doença. A vacina foi testada, é segura e já foi utilizada por mais de 300 países do Hemisfério Norte. Sábado, 24, começa mais uma etapa da campanha, voltada agora para a vacinação de idosos com doenças crônicas. No entanto, a população das outras etapas - jovens de 20 a 29 anos, grávidas, crianças maiores de 6 meses a menores de 2 anos e doentes crônicos com menos de 60 anos - ainda podem procurar os postos para se vacinar.


Por isso, é muito importante contar com a sua colaboração! Você pode ajudar por meio de materiais que disponibilizamos especialmente para blogs.

Para mais informações sobre como se tornar um parceiro, escreva para fernanda.scavacini@saude.gov.br

Atenciosamente,
Ministério da Saúde

leila saads disse...

Lindo, lindo!
Sempre escrevo isso né? Mas sempre é, singelo e lindo!

IsaBele disse...

Passeando e descobrindo belos versos como este.
Parabéns!
Gostei de seu lugar!
Abçs!

Klécia disse...

Nós pensamos que somos gente que se disfarça nos versos, mas um dia descobrimos que somos verso que se disfarça de gente.
Inseguros somos.

Ficou muito bom o texto, por ser simples, ficou lindo. Parabéns.

aline disse...

lindo, lindo, lindo! encantador :)

Juliana disse...

há grandeza na sutileza.
você que o diga...parabéns

Andressa disse...

A linguagem ofegante, derramada, tem vários percursos, né? Não dá pra saber se tem mais terra ou se tem mais água. Aí a gente torce pro ouvinte conseguir molhar os pés.